Artigos, diretrizes e novidades de emergência, cardiologia, via aérea, ventilação mecânica e terapia intensiva. Com discussão metodológica e a pergunta que importa: isso muda a minha conduta?
Quando usar o cateter nasal de alto fluxo na insuficiência respiratória hipoxêmica aguda, pela diretriz da American Thoracic Society de 2026 e pela da European Respiratory Society de 2022, o que os estudos FLORALI e HENIVOT mostraram, como o índice ROX acompanha o paciente e quando não esperar para intubar.
Como reverter a anticoagulação no sangramento grave, droga por droga, pelo ACC 2020, pela diretriz de fibrilação atrial ACC/AHA 2023 e pela diretriz de hemorragia intracerebral AHA/ASA 2022: quando o sangramento é maior, as doses de cada antídoto e os limites da evidência.
Como diagnosticar a pancreatite aguda pelos critérios de Atlanta, quanto e qual cristaloide dar nas primeiras 24 horas segundo a diretriz do American College of Gastroenterology de 2024 e o estudo WATERFALL, como classificar a gravidade, quando pedir tomografia e CPRE, e quando operar a vesícula.
O que os ensaios ADRENAL e APROCCHSS, publicados juntos em 2018, mostraram sobre hidrocortisona no choque séptico, por que os resultados parecem discordar, o que a Surviving Sepsis Campaign de 2026 e a diretriz de corticoide da SCCM de 2024 recomendam e como prescrever no plantão.
Como ler o lactato no paciente com suspeita de sepse no pronto-socorro: os cortes de 2 e 4 mmol/L, a conversão para mg/dL, o que a Surviving Sepsis Campaign de 2026 recomenda sobre medir e repetir, as causas de lactato alto sem hipoperfusão e o limite de usar o número como alvo do soro.
Como conduzir a taquicardia regular de QRS estreito no pronto-socorro: os sinais de instabilidade que mandam para a cardioversão sincronizada, a manobra de Valsalva modificada do estudo REVERT, a adenosina em 6, 12 e 18 mg, onde entram o verapamil, o diltiazem e o betabloqueador, quando a adenosina fica fora e o que fazer depois da reversão.
Como aplicar a Canadian CT Head Rule no adulto com trauma craniano leve: quem entra na regra, os sete critérios, os números dos estudos, onde a regra não vale e como ela conversa com a diretriz NICE de 2023 e a política do ACEP de 2023.
Como investigar a cefaleia súbita no pronto-socorro pela diretriz de hemorragia subaracnóidea aneurismática da AHA/ASA de 2023: a regra de Ottawa, o valor da tomografia feita nas primeiras 6 horas, quando a punção lombar ainda é necessária, como ler o líquor e o que fazer nas primeiras horas depois do diagnóstico.
Como atender o paciente intoxicado nas primeiras horas: a ordem da estabilização, o eletrocardiograma que antecipa a arritmia do tricíclico, quando o carvão ativado e a lavagem gástrica entram, a dosagem de paracetamol e as doses iniciais dos antídotos da atualização da American Heart Association de 2023.
O que os ensaios SMART, BaSICS e PLUS mostraram na comparação entre cristaloide balanceado e soro fisiológico a 0,9%, como as metanálises somaram os resultados, o que a Surviving Sepsis Campaign de 2026 sugere e onde o soro fisiológico continua sendo a escolha.
Como suspeitar de síndrome aórtica aguda na dor torácica pelo escore ADD-RS da diretriz europeia de 2024, quando o D-dímero ajuda a excluir, quando a angiotomografia entra sem demora, o controle de frequência e pressão na primeira hora, a diferença entre os tipos A e B e por que a dissecção contraindica o trombolítico.
Como tratar a hipoglicemia no pronto-socorro e como achar a causa: os três níveis da ADA, a glicose oral e venosa em dose certa, o glucagon e seus limites, a sulfonilureia que faz a hipoglicemia voltar, a tiamina no etilista e a investigação do paciente sem diabetes pela tríade de Whipple.
O tratamento da cetoacidose diabética no adulto pelo consenso de crises hiperglicêmicas de 2024 (ADA, EASD, JBDS, AACE e DTS): critérios de diagnóstico e gravidade, volume, a regra do potássio antes da insulina, a dose da bomba, o soro glicosado quando a glicemia cai, bicarbonato, critérios de resolução e a transição para insulina subcutânea.
O que fazer nos minutos e horas depois da intubação: por que a analgesia vem antes do sedativo, as doses de fentanil, morfina, propofol, dexmedetomidina e midazolam, as metas de RASS e de CPOT, quando a sedação profunda se justifica e o que os estudos de pronto-socorro mostraram.
Como reconhecer o pneumotórax hipertensivo pela clínica, por que o quadro do paciente intubado é diferente do que respira sozinho, onde e com que agulha fazer a descompressão, por que a punção falha, quando passar para a toracostomia com o dedo e o que vem depois da agulha.
Como conduzir a exacerbação grave da DPOC no pronto-socorro pelo GOLD 2026 e pelas diretrizes de ventilação não invasiva: oxigênio controlado, broncodilatador de curta ação, corticoide, antibiótico, quando indicar a ventilação não invasiva, como ajustar e quando ela falhou.
Análise da diretriz AHA/ACC de 2026 de embolia pulmonar aguda e da diretriz europeia de 2019 sobre a trombólise sistêmica: as novas categorias A a E, em quem trombolisar, a dose de alteplase, a dose reduzida, as contraindicações, a parada cardíaca e os limites da evidência.
Como conduzir o edema agudo de pulmão no pronto-socorro segundo a diretriz europeia de insuficiência cardíaca de 2026: oxigênio e ventilação não invasiva, furosemida venosa e a resposta que se mede, vasodilatador conforme a pressão, o que evitar, os critérios de intubação e a busca da causa.
Como usar o ultrassom à beira do leito no paciente em choque sem causa definida pelo protocolo RUSH, descrito por Perera em 2010: o coração, o volume e os vasos, o padrão de ultrassom de cada tipo de choque, o que muda na conduta e os limites do método.
Quando uma crise convulsiva vira estado de mal epiléptico pela definição da ILAE de 2015, o que se faz nos primeiros 5 minutos, a dose cheia do benzodiazepínico pela diretriz da American Epilepsy Society de 2016, a segunda droga que o ESETT comparou e o que a Neurocritical Care Society manda fazer quando a crise não para.
Leitura crítica do algoritmo 0/1h da diretriz europeia de 2023 para síndrome coronariana aguda: de onde ele veio, os estudos APACE e TRAPID-AMI que o validaram, os pontos de corte do ensaio de troponina T ultrassensível, a regra das 3 horas de dor, a zona de observação e os limites do protocolo.
Leitura crítica do ensaio PROPPR, que comparou as proporções 1:1:1 e 1:1:2 de plasma, plaquetas e hemácias no trauma grave, e do CRASH-2, que levou o ácido tranexâmico ao atendimento inicial, com o índice de choque, o escore ABC e o que a diretriz europeia de trauma de 2023 faz com esses resultados.
Como conduzir a taquicardia regular de QRS largo no pronto-socorro: os sinais de instabilidade que mandam para a cardioversão sincronizada, os achados do eletrocardiograma que apontam taquicardia ventricular, por que a estabilidade hemodinâmica não afasta o diagnóstico, onde entram a adenosina, a amiodarona e a procainamida, e por que o verapamil fica fora.
O que programar no ventilador logo depois do tubo, em qualquer paciente: modo, volume corrente pelo peso predito, frequência, PEEP, fração de oxigênio, fluxo e disparo, os alarmes que importam, a pressão de platô e a pressão de distensão, e como corrigir depois da primeira gasometria.
Como estratificar a hemorragia digestiva alta com o escore de Glasgow-Blatchford, quem pode ir para casa, o limiar restritivo de transfusão que reduziu mortalidade no ensaio de Villanueva, a diferença entre sangramento varicoso e não varicoso, e o que fazer antes, durante e depois da endoscopia.
Os critérios de supradesnivelamento de ST da Quinta Definição Universal de Infarto, e os padrões de oclusão coronariana aguda que não os preenchem: infarto posterior, onda T de de Winter, critérios de Sgarbossa no bloqueio de ramo esquerdo, T hiperaguda e supra de aVR, todos com a mesma conduta do infarto com supra.
Como classificar a crise de asma na chegada, os sinais de risco de vida que costumam passar, o tratamento da primeira hora com beta-agonista, ipratrópio, corticoide sistêmico e sulfato de magnésio, e a ventilação do paciente obstrutivo quando a intubação se torna inevitável.
As duas janelas do AVC isquêmico, a da trombólise em até 4,5 horas e a da trombectomia em até 24 horas, o que o ensaio DAWN provou com a seleção por imagem, a pressão arterial antes e depois, e a sequência que cabe em 60 minutos de porta a agulha.
O que separa a emergência hipertensiva da elevação importante da pressão sem lesão aguda (o que se chamava de urgência hipertensiva e saiu da diretriz brasileira de 2025), por que a pseudocrise é a mais comum das três, os alvos de redução da pressão na emergência e as exceções da dissecção, do AVC e da eclâmpsia, com as diretrizes brasileira de 2025, americana de 2025 e europeia de 2024.
Os critérios diagnósticos de anafilaxia da Organização Mundial de Alergia de 2020, a dose e a via da adrenalina, o que fazer quando a primeira dose não basta, o papel real do anti-histamínico e do corticoide, e quanto tempo observar antes da alta.
Como a hipercalemia aparece no eletrocardiograma, por que o traçado não é sensível e o tratamento não espera por ele, e a sequência de cálcio, insulina com glicose, salbutamol e remoção que a diretriz da UK Kidney Association de 2026 organiza.
Como reconhecer o bloqueio atrioventricular total no eletrocardiograma, o que separa ritmo de escape juncional de escape ventricular, a sequência de atropina, marcapasso transcutâneo e drogas cronotrópicas da diretriz de 2018, e como confirmar que o marcapasso está capturando de verdade.
Como o escore GRACE nasceu de um registro de 94 hospitais, o que cada variável pesa, por que 140 é o corte que muda a hora do cateterismo, e o que as diretrizes europeia de 2023 e brasileira de 2021 fazem com esse número na síndrome coronariana sem supradesnivelamento de ST.
O que cada resposta da escala de Glasgow significa, o estímulo certo para cada uma, por que o registro por componente vale mais que a soma, e as situações em que a escala engana: intubação, afasia, hipoglicemia, sedação e álcool.
Quando intubar, como pré-oxigenar, qual indutor e qual bloqueador escolher no paciente instável, e o que os estudos INTUBE, DEVICE, PreVent e EvK mudaram na sequência rápida de intubação.
O maior ensaio randomizado sobre adrenalina na parada extra-hospitalar aumentou a sobrevida, mas não sem ressalva. O que ele mediu, o desconforto do resultado neurológico e por que a droga segue na diretriz.
Dois ensaios randomizados sustentam tratar pneumonia comunitária por bem menos tempo do que se pratica. O que eles testaram, quais critérios de estabilidade usaram e onde a regra não se aplica.
Por que o calibre importa mais que a via, quando o intraósseo entra na frente do acesso central, o que muda na reposição rápida e a física simples que explica tudo isso.
Quando cardioverter e quando apenas controlar a frequência na fibrilação atrial de início recente, o que o ensaio RACE 7 ACWAS mostrou sobre esperar, e a regra das 24 horas para anticoagulação.
O ensaio CENSER e o que ele sustenta sobre iniciar noradrenalina cedo no choque séptico, a questão do acesso periférico enquanto o central não vem e os limites do que a evidência realmente mostra.
Como classificar a hiponatremia por gravidade, tempo e volemia, quando o salino hipertônico é obrigatório e por que o limite de correção diária importa mais que qualquer fórmula.
O que a diretriz Surviving Sepsis de 2026 recomenda para a primeira hora, por que o qSOFA deixou de ser ferramenta de triagem isolada e como organizar a sequência de antibiótico, volume e vasopressor.
Por que a leitura por ordem fixa encontra mais que a leitura por impressão, o roteiro completo de fora para dentro e as quatro áreas onde o achado mais escapa na radiografia de tórax.
Por que 6 mL/kg de peso predito virou padrão no SDRA, o que o estudo ARMA mostrou, o papel da posição prona no PROSEVA e como traduzir isso em ajuste de ventilador no plantão.
O método dos dois olhares para determinar o eixo elétrico do coração em segundos, o que cada desvio significa na prática e por que o eixo importa mesmo quando o resto do traçado parece normal.
Onze perguntas de resposta sim ou não definem quem pode tratar TEP agudo em casa. A origem dos critérios Hestia, a evidência que os sustenta e como escolher entre Hestia e sPESI no plantão.
Como o escore HEART organiza a decisão na dor torácica sem supra de ST, o que cada letra pontua, o que a evidência mostra sobre segurança da alta precoce e por que o tema é cobrado com tanta frequência.
O roteiro fixo de 5 passos para ler gasometria arterial sem decorar fórmula, com a conta do ânion gap, a compensação esperada e os erros que mais aparecem no plantão.
Por que a creatinina isolada engana, como se estima a função renal na prática, qual fórmula usar para ajustar dose e as cinco situações em que a estimativa não vale.
Como o algoritmo YEARS simplifica a exclusão de TEP com três perguntas e um D-dímero de corte variável, o que a evidência mostra e onde estão as armadilhas na prática do plantão.
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